GM lança Trax na Argentina, mas adia decisão sobre venda no Brasil

chevrolet tracker argentina (Foto: Divulgação)Chevrolet Tracker (Foto: Divulgação)

A “novela” contiinua: a Chevrolet prorrogou a decisão sobre a venda do SUV Trax no Brasil. O principal entrave é o limite de carros que a montadora pode importar do México, de onde já vêm a Captiva e o Sonic. “Há muita vontade de trazer”, disse o presidente da montadora para o Brasil e a América do Sul, Jaime Ardila, nesta quarta-feira (19), no Salão de Buenos Aires.

O México é um dos países que irão fabricar o SUV, além da Coreia do Sul. A vantagem é que os carros mexicanos chegam ao país sem o imposto de importação, por conta de acordo comercial. Porém, desde março do ano passado, a pedido do governo brasileiro, a comercialização de veículos entre os dois países foi restrita a cotas.

Produzir o Trax no Brasil está descartado, pelo menos por enquanto, confirmou Ardila. Afinal, as fábricas da General Motors no país já estão operando em capacidade máxima.

Para importar o Trax da Coreia do Sul, o problema seriam os custos da operação e o fato de que carros trazidos de outro países, fora os do Mercosul e o México, tiveram o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aumentado em 30 pontos percentuais no ano passado. De acordo com o novo regime automotivo, as montadoras têm uma cota de 4.800 carros ao ano que podem trazer de outros países sem o IPI aumentado.

O SUV pequeno é um dos destaques da Chevrolet no salão e está confirmado para o mercado argentino, onde herdará o nome Tracker, que já foi usado por outro utilitário da marca fabricado na década passada naquele país, que era “irmão” do Suzuki Gran Vitara.

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