Chevrolet anuncia venda global recorde no 1º semestre e cita o Onix

A Chevrolet anunciou nesta quarta-feira (17) que vendeu 2,5 milhões de veículos em todo o mundo no primeiro semestre deste ano, batendo seu recorde para o período.

No comunicado em que divulgou o balanço, a marca citou que as vendas cresceram “na esteira de novos produtos, como o compacto Onix, no Brasil, o sedã Impala, nos Estados Unidos, e a picape Colorado, no sudeste da Ásia”.

Lançado em outubro passado, o hatch Onix foi o sétimo carro mais vendido no Brasil de janeiro a junho, segundo dados da Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave). Ele é o modelo mais vendido pela Chevrolet no país e, na última terça (16), foi lançada a opção de câmbio automático.

O volume de emplacamentos da marca de janeiro a junho foi 1,4% maior do que o dos primeiros seis meses de 2012. Os 5 maiores mercados para Chevrolet no período foram: EUA (1,02 milhões de veículos vendidos, 5,6% de alta sobre 2012), China (322 mil, 6,1%), Brasil (305 mil, 5,1%), México (91 mil, 15,7%) e Rússia (80,2 mil, 16,1%).

“A Chevrolet vive um dos momentos mais agressivos em termos de lançamentos de novos produtos na história da marca”, comemorou Alan Batey, vice-presidente senior da Chevrolet Global. O segundo trimestre do ano foi o 11º consecutivo em que a marca registrou aumento nas vendas. “A continuidade do crescimento das vendas pelo mundo é resultado de um esforço focado no aumento da presença da Chevrolet em mercados em desenvolvimento, assim como no relacionamento com o cliente.”

 Além do Impala, a Chevrolet destaca, nos EUA, os emplacamentos de compactos como Sonic, Spark, Cruze e Volt, que, somados, respondem por 25% das vendas no semestre. Mas a comercialização de picapes grandes continua crescendo: foi 23% maior de janeiro a junho na comparação com o mesmo período do ano passado.

GM também tem alta
As vendas da General Motors, dona da marca, somaram 4,85 milhões de veículos no primeiro semestre, uma alta de quase 4% na comparação anual.

Os resultados mostram a volta aos trilhos da companhia que, em 2009, chegou a recorrer à concordata e precisou ser recriada com socorro dos governos norte-americano e canadense.

Deixe aqui seu comentário

comentários

Parceiros